16 de julho de 2012

Coisas para a eternidade - 3ª parte

Realmente tem experiências que somente o tempo trás, muitas vezes nem precisamos somar tantas experiências (números) para ter uma bela noção de coisas que só o tempo dá!
Quando comecei escrever esses post's sobre "coisas para a eternidade" pensei numa forma de registrar aquilo que de certa forma me marcou muito, experiência + emoção!


Ultimamente tenho pensado muito no "investimento" emocional e, por que não, financeiro que fiz em determinadas relações de amizade que acabaram mal ou que foram traumáticas. Do meu lado contabilizei muito mais "prejuízo" em todos os sentidos do que pude perceber e avaliar na outra ponta.


Confesso que tenho muito mais frustração nas coisas que confidenciei, no que confiei do que prejuízo material. Nunca fui de lamentar coisas materiais, sempre fui do time que perde e corre atrás e recupera do que lamenta!


Mas dói muito perceber o quanto fui ingênua em determinadas situações. Acho que é uma herança religiosa que carrego! Sempre confiei muito nas pessoas, no começo de uma relação de amizade sou incapaz de julgar com olhos críticos se aquela relação vai me fazer bem, eu entro de cabeça e pá... quebrei a cara depois de um tempo.


Já sofri muito mais que hoje em dia. Antes me culpava muito, achava que estava errada em ter tomado determinada decisão, custava mais a perceber que estava sendo usada ou que as pessoas apenas "aproveitavam" coisas que a relação de amizade trazia. Talvez quem leia esse texto não entenda alguma ideia minha, mas prefiro não dar muitos exemplos práticos...


Vou dar um exemplo clássico: tive "amigas" de anos de relação que quando disse o primeiro não para empréstimo de crédito ou dinheiro o tom e frequencia de conversas e proximidade mudou drasticamente! Claro que, sofri muito na época, eu era muito nova, comecei achar que isso ia acontecer sempre, que eu precisava "pagar" para ter amigas, foram muitos pensamentos assim...


Ultimamente tenho tido menos baques desse tipo, mudei a forma de manter os relacionamentos de amizade. Consigo agora, com mais naturalidade, pensar antes, avaliar uma série de fatores antes de chamar alguém de amigo(a). É difícil, mas temos que tentar! Afinal a medida da entrega sempre é de cada um!

http://semgordurastrans.blogspot.com.br/2009/05/coisas-para-eternidade-1-parte.html
http://semgordurastrans.blogspot.com.br/2009/05/coisas-para-eternidade-2-parte.html

Um comentário:

  1. Oi Deka!

    Como é delicado isso,né?

    O mais triste é a decepção, mesmo...

    Concordo contigo: perdas materiais podem ser recuperadas, mas o afeto e a confiança, depois de perdidos, jamais voltam a ser como antes! Convém ter um pouco de reserva, pra gente avaliar com quem mesmo estamos lidando...

    BJ!

    ResponderExcluir

Olá! Se está aqui, leu e quer dizer algo...

16 de julho de 2012

Coisas para a eternidade - 3ª parte

Realmente tem experiências que somente o tempo trás, muitas vezes nem precisamos somar tantas experiências (números) para ter uma bela noção de coisas que só o tempo dá!
Quando comecei escrever esses post's sobre "coisas para a eternidade" pensei numa forma de registrar aquilo que de certa forma me marcou muito, experiência + emoção!


Ultimamente tenho pensado muito no "investimento" emocional e, por que não, financeiro que fiz em determinadas relações de amizade que acabaram mal ou que foram traumáticas. Do meu lado contabilizei muito mais "prejuízo" em todos os sentidos do que pude perceber e avaliar na outra ponta.


Confesso que tenho muito mais frustração nas coisas que confidenciei, no que confiei do que prejuízo material. Nunca fui de lamentar coisas materiais, sempre fui do time que perde e corre atrás e recupera do que lamenta!


Mas dói muito perceber o quanto fui ingênua em determinadas situações. Acho que é uma herança religiosa que carrego! Sempre confiei muito nas pessoas, no começo de uma relação de amizade sou incapaz de julgar com olhos críticos se aquela relação vai me fazer bem, eu entro de cabeça e pá... quebrei a cara depois de um tempo.


Já sofri muito mais que hoje em dia. Antes me culpava muito, achava que estava errada em ter tomado determinada decisão, custava mais a perceber que estava sendo usada ou que as pessoas apenas "aproveitavam" coisas que a relação de amizade trazia. Talvez quem leia esse texto não entenda alguma ideia minha, mas prefiro não dar muitos exemplos práticos...


Vou dar um exemplo clássico: tive "amigas" de anos de relação que quando disse o primeiro não para empréstimo de crédito ou dinheiro o tom e frequencia de conversas e proximidade mudou drasticamente! Claro que, sofri muito na época, eu era muito nova, comecei achar que isso ia acontecer sempre, que eu precisava "pagar" para ter amigas, foram muitos pensamentos assim...


Ultimamente tenho tido menos baques desse tipo, mudei a forma de manter os relacionamentos de amizade. Consigo agora, com mais naturalidade, pensar antes, avaliar uma série de fatores antes de chamar alguém de amigo(a). É difícil, mas temos que tentar! Afinal a medida da entrega sempre é de cada um!

http://semgordurastrans.blogspot.com.br/2009/05/coisas-para-eternidade-1-parte.html
http://semgordurastrans.blogspot.com.br/2009/05/coisas-para-eternidade-2-parte.html

Um comentário:

  1. Oi Deka!

    Como é delicado isso,né?

    O mais triste é a decepção, mesmo...

    Concordo contigo: perdas materiais podem ser recuperadas, mas o afeto e a confiança, depois de perdidos, jamais voltam a ser como antes! Convém ter um pouco de reserva, pra gente avaliar com quem mesmo estamos lidando...

    BJ!

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