27 de janeiro de 2010

Burrice

Achei na revista Planeta, edição de setembro de 2008, eis alguns trechos...
"Duas coisas são infinitas: o universo e a burrice humana. Mas a respeito do universo ainda tenho dúvidas", disse Albert Einstein.

O que significa burrice? O conceito não tem uma definição teórica indiscutível. Não é o oposto de inteligência: há pessoas inteligentes que, vez por outra, fazem o papel de burras.Uma definição convincente foi dada pelo historiador e economista italiano Carlo Cipolla: “Uma pessoa burra é aquela que causa algum dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas sem obter nenhuma vantagem para si mesmo – ou até mesmo se prejudicando.”

A burrice tem três características fundamentais:

1) Ela é inconsciente e recidiva: o burro não sabe que é burro e tende a repetir várias vezes o mesmo erro. Tais características contribuem para dar mais força e eficácia à ação devastadora da burrice. A pessoa estúpida não reconhece os próprios limites, fica fossilizada em suas convicções particulares e não sabe mudar. Por isso, como diz o psicólogo italiano Luigi Anolli, “no âmbito clínico, a burrice é a pior doença, por ser incurável”. O estúpido é levado a repetir os mesmos comportamentos porque não é capaz de entender o estrago que faz e, portanto, não consegue se corrigir.

2) A burrice é contagiosa. As multidões são muito mais estúpidas que as pessoas que as compõem. Isso explica por que populações inteiras (como aconteceu na Alemanha nazista ou na Itália fascista) podem ser facilmente condicionadas a perseguir objetivos insanos, um fenômeno bastante conhecido na psicologia. “O contágio emotivo próprio do grupo diminui a capacidade crítica”, explica Anolli. “Percebe-se a polarização da tomada de decisão: escolhe-se a solução mais simples, que na maioria das vezes é a menos inteligente.”

3) Além da coletividade, há um outro fator que amplifica a burrice: estar numa posição de comando. “O poder emburrece”, afirmava o filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Por quê? Quando estão no poder, as pessoas muitas vezes são induzidas a pensar que, justamente por ocuparem aquele posto, são melhores, mais capazes, mais inteligentes e mais sábias que o resto da humanidade. Além disso, estão cercadas de aduladores, seguidores e aproveitadores que reforçam o tempo todo essa ilusão. Dessa forma, quem está no governo chega a cometer as mais graves faltas com a aprovação geral.

Todos nós estamos prontos a admitir que somos um pouco loucos, mas burros, jamais. Fuçando na literatura científica, é possível descobrir que somos um pouco burros, cada qual de um jeito diferente; mas o cérebro funciona de forma a nos esconder essa realidade. E mais: podemos descobrir que, apesar de tudo, é melhor assim. As estatísticas indicam que 50% dos motoristas não sabem dirigir: um tem dificuldade para estacionar, outro circula a 20 km/h, um terceiro ocupa duas faixas como se a rua fosse dele. Mas quem não sabe dirigir não tem consciência disso, ou desistiria, preferindo o transporte público e aumentando, assim, as próprias (e as alheias) possibilidades de sobrevivência. O mesmo exemplo pode ser aplicado às pistas de esqui, ao universo de trabalho, ao campo de futebol e assim por diante.

Quem é suficientemente inteligente para reconhecer que não sabe guiar direito? Se formos a um hospital e entrevistarmos os recémretirados das ferragens de um carro, descobremos que ninguém admite integrar a categoria dos incapazes. Pesquisas mostram que 80% das pessoas internadas por acidente de carro acreditam pertencer à elite dos motoristas com habilidades superiores à média. E a responsabilidade do acidente?
A maioria atribui seus erros à falta de sorte ou a algum idiota que cruzou seu caminho.

25 de janeiro de 2010

De segunda - batom!

60% das brasileiras não têm um batom

No país que mais vende produtos da Avon e que só perde em número de cirurgias plásticas para os Estados Unidos, é um tanto chocante saber que apenas 40% das mulheres brasileiras têm um batom para chamar de seu, seja ele vermelho ou rosa, alaranjado ou marrom, cintilante ou opaco, caro ou barato. Isso, na prática, quer dizer que a maioria não tem nem um item de maquiagem, já que o batom pode ser considerado o mais básico de todos.

Estou me arriscando, com este post, a ser chamada de fútil e talvez com alguma razão, especialmente considerando o sofrimento por que está passando o povo haitiano. Mas não deixei de sentir uma ponta de tristeza ao ler essa informação, jogada no meio de uma reportagem do Financial Times sobre o crescimento do mercado de beleza no Brasil.

Era apenas uma linha dentro do texto, uma estimativa – não sei até que ponto acurada – divulgada por Alessandro Carlucci, presidente da Natura, mas me fez parar e pensar quantas mulheres brasileiras nunca tiveram a oportunidade de comprar algo supérfluo para si mesmas, de cuidar de si mesmas, de pensar em si mesmas. Aquelas que, depois de tanto trabalho duro, conseguem, na melhor das hipóteses, alimentar os filhos e lhes dar abrigo. Aquelas que sempre abrem mão do que quer que seja para dar mais conforto ou felicidade à família. Que sempre estão tão preocupadas com os outros que nem têm tempo para dar atenção às próprias necessidades, desejos e sonhos.

Não estou dizendo que um simples batom possa resolver os problemas dessas mulheres, mas fico pensando o quanto ter um batom pode significar, no fundo, ter uma vida melhor, com um pouco mais do que o necessário para sobreviver. Se tivessem um dinheiro sobrando, talvez muitas mulheres não comprassem um batom, mas um livro ou uma almofada nova, isso não importa. Eu gostaria apenas que elas pudessem se dar um merecido presente.

Fonte: Mulher 7×7

21 de janeiro de 2010

Palavras nas mãos...


Tenho muitas palavras boas na minha mente, outras no coração e muitas nas mãos.
Gostaria de expressá-las com todo sentimento, mas muitas coisas me impedem.
Mas o pensamento flui, como há tempos não fluía.
A vida vai desenhando rumos diferentes, coisas imutáveis tornam-se dispensáveis, num estalar de dedos.
Muitas vezes parece estar adormecida, me sinto numa fase assim, talvez muitos achem que estou alheia a tudo, mas não.
O certo, no fim do caminho, é a intensidade do meu viver, e o modo como estou sentindo cada momento.

Por fim, coloque todas as palavras mais belas que você imaginar na palma de suas mãos e as ofereça, a todo momento.

19 de janeiro de 2010

Para temperar a vida...

Conhecer o leque de temperos naturais é uma garantia de renovação do sabor dos pratos. Dependendo de suas cores, aromas e grupos, os alimentos pedem diferentes tipos de temperos. Confira as orientações da publicação do Sesc/RS Receitas do Mesa Brasil.

Alecrim: tem qualidades aromáticas e medicinais. Por ter sabor forte, marcante e levemente amargo, é indicado como tempero de uma infinidade de pratos culinários.

Aipo marrom: também chamado de sal de aipo, aromatiza o sal. Usado em pratos com ovos, aves, sucos de tomate, saladas de batata, atum e cozidos.

Alho-poró: hortaliça com sabor muito semelhante ao da cebola. Utiliza-se tanto o bulbo (parte mais branca) quanto as folhas. É empregado em sopas, saladas e ensopados.

Cheiro verde: mistura da salsa com a cebolinha. Com uma pitada de louro, é utilizada para realçar o sabor de patês, molhos e cozidos.

Chili: planta da família do pimentão. Seu sabor é picante e o fruto costuma ser usado inteiro, moído ou seco. Tradicional da culinária mexicana, é muito usado em carnes.

Curry: de sabor exótico, é um dos temperos mais antigos do mundo. Mistura de várias ervas e especiarias, entre elas, curcuma, gengibre, coentro, cominho, canela, é usada em receitas com ovos, sopas, peixes, carnes e aves.

Manjerona: além de muito aromática, tem inúmeras propriedades medicinais. Pode substituir o orégano por ter aroma semelhante, embora mais requintado. É utilizado em carnes como as de porco e carneiro, queijos, ovos, aves, peixes ensopados e pizzas.

Noz-moscada: originária da Indonésia, sue sabor lembra uma mistura de canela com pimenta-do-reino. Utilizada tanto para salgados quanto para doces, pode ser encontrada em pó ou inteira para ser ralada. Deixa um sabor diferente em recheios de massas, em carnes e até em coquetéis.
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Orégano: originário da Grécia, tem aroma forte e penetrante. Condimento indispensável em pizzas, molhos e outros pratos. Pode ser consumido fresco ou seco.

Pimenta branca: extraída da pimenta-do-reino. Tem sabor mais suave que a preta e é utilizada em pratos mais claros como molho branco, carnes brancas, peixes, sopas claras e maionese.

Sálvia: originária do sul da Europa. É uma erva usada na culinária como condimento para galeto, carne de carneiro, porco, queijos, tomates, recheios e pratos da cozinha italiana.

Vinagrete: mistura de vinagre, água, óleo, cebola, tomate e pimentão. Usado para temperar carnes, aves, peixes e vegetais ou como acompanhamento.
Qual o seu preferido, e em que prato?
fonte: blog Água na Boca.

13 de janeiro de 2010

Aos poucos...

Preciso, mesmo, urgentemente pescar novos sonhos!

Ando precisando ver beleza nas coisas mais simples. Fui assim um dia, mas a vida tem vindo tão cheia de desafios e momentos não tão bons que a gente vai endurecendo.

Lembro, de momentos que eu acreditava serem únicos, que pareciam um paraíso, hoje já não me emocionam mais.

Mas tenho bons pressentimentos para este ano, embora os anos parecem começar repetidos!

Este ano quero retomar algumas coisas, nada tão mirabolante, mas importantes pra mim.

O ano de 2009 foi bem conturbado, pessoalmente, muitas envolvendo família, trabalho, mudança de moradia, cidade, estado, etc... Mas foi O ano para descobrir como são as pessoas que convivo... [Este último bom capítulo para outras postagens!]

Abraços.

10 de janeiro de 2010

Assisti e gostei!


Ontem fui assitir o filme AVATAR.
Confesso que resisti um tanto pois estava com certo pré-conceito em função de ser o mesmo direto do Titanic!

Para quem não assistiu, vale a pena! É um épico de ação e aventura que se passa na lua distante chamada Pandora. Tem mocinho, bandido, par romântico, muito colorido, sons e demais efeitos emocionantes!

Para quem já assistiu, imagino que tenham pensado muito sobre as novas formas de pensar a ecologia, as relações, as ambições e a herança que poderemos deixar para nosso futuro.

Os personagens e a história são arrebatadores, despertam uma confusão mental, os olhos doem com tanta novidade!
Frase do meu irmão, que foi comigo assistir: "Mana, agora os índios são azuis!"

Avatar faz pensar no que realmente somos e acreditamos, mesmo que seja clichê, mas é! Faz pensar sim, e não somente nisso, mas por que sempre temos que destruir muito para alcançar nossos objetivos? Por que, muitas vezes, não colaboramos com nada e nos achamos no direito de ter determinada coisa ou viver alguma situação?

Para finalizar, Avatar me mostrou que a maior riqueza, reforçou e vislumbra um futuro nessa afirmação, de como nossas riquezas estão no conhecimento e não mais em pedras preciosas ou ouro embaixo da Terra!

Bom domingo, depois de um "tempo", bom estar aqui de volta!

27 de janeiro de 2010

Burrice

Achei na revista Planeta, edição de setembro de 2008, eis alguns trechos...
"Duas coisas são infinitas: o universo e a burrice humana. Mas a respeito do universo ainda tenho dúvidas", disse Albert Einstein.

O que significa burrice? O conceito não tem uma definição teórica indiscutível. Não é o oposto de inteligência: há pessoas inteligentes que, vez por outra, fazem o papel de burras.Uma definição convincente foi dada pelo historiador e economista italiano Carlo Cipolla: “Uma pessoa burra é aquela que causa algum dano a outra pessoa ou a um grupo de pessoas sem obter nenhuma vantagem para si mesmo – ou até mesmo se prejudicando.”

A burrice tem três características fundamentais:

1) Ela é inconsciente e recidiva: o burro não sabe que é burro e tende a repetir várias vezes o mesmo erro. Tais características contribuem para dar mais força e eficácia à ação devastadora da burrice. A pessoa estúpida não reconhece os próprios limites, fica fossilizada em suas convicções particulares e não sabe mudar. Por isso, como diz o psicólogo italiano Luigi Anolli, “no âmbito clínico, a burrice é a pior doença, por ser incurável”. O estúpido é levado a repetir os mesmos comportamentos porque não é capaz de entender o estrago que faz e, portanto, não consegue se corrigir.

2) A burrice é contagiosa. As multidões são muito mais estúpidas que as pessoas que as compõem. Isso explica por que populações inteiras (como aconteceu na Alemanha nazista ou na Itália fascista) podem ser facilmente condicionadas a perseguir objetivos insanos, um fenômeno bastante conhecido na psicologia. “O contágio emotivo próprio do grupo diminui a capacidade crítica”, explica Anolli. “Percebe-se a polarização da tomada de decisão: escolhe-se a solução mais simples, que na maioria das vezes é a menos inteligente.”

3) Além da coletividade, há um outro fator que amplifica a burrice: estar numa posição de comando. “O poder emburrece”, afirmava o filósofo alemão Friedrich Nietzsche. Por quê? Quando estão no poder, as pessoas muitas vezes são induzidas a pensar que, justamente por ocuparem aquele posto, são melhores, mais capazes, mais inteligentes e mais sábias que o resto da humanidade. Além disso, estão cercadas de aduladores, seguidores e aproveitadores que reforçam o tempo todo essa ilusão. Dessa forma, quem está no governo chega a cometer as mais graves faltas com a aprovação geral.

Todos nós estamos prontos a admitir que somos um pouco loucos, mas burros, jamais. Fuçando na literatura científica, é possível descobrir que somos um pouco burros, cada qual de um jeito diferente; mas o cérebro funciona de forma a nos esconder essa realidade. E mais: podemos descobrir que, apesar de tudo, é melhor assim. As estatísticas indicam que 50% dos motoristas não sabem dirigir: um tem dificuldade para estacionar, outro circula a 20 km/h, um terceiro ocupa duas faixas como se a rua fosse dele. Mas quem não sabe dirigir não tem consciência disso, ou desistiria, preferindo o transporte público e aumentando, assim, as próprias (e as alheias) possibilidades de sobrevivência. O mesmo exemplo pode ser aplicado às pistas de esqui, ao universo de trabalho, ao campo de futebol e assim por diante.

Quem é suficientemente inteligente para reconhecer que não sabe guiar direito? Se formos a um hospital e entrevistarmos os recémretirados das ferragens de um carro, descobremos que ninguém admite integrar a categoria dos incapazes. Pesquisas mostram que 80% das pessoas internadas por acidente de carro acreditam pertencer à elite dos motoristas com habilidades superiores à média. E a responsabilidade do acidente?
A maioria atribui seus erros à falta de sorte ou a algum idiota que cruzou seu caminho.

25 de janeiro de 2010

De segunda - batom!

60% das brasileiras não têm um batom

No país que mais vende produtos da Avon e que só perde em número de cirurgias plásticas para os Estados Unidos, é um tanto chocante saber que apenas 40% das mulheres brasileiras têm um batom para chamar de seu, seja ele vermelho ou rosa, alaranjado ou marrom, cintilante ou opaco, caro ou barato. Isso, na prática, quer dizer que a maioria não tem nem um item de maquiagem, já que o batom pode ser considerado o mais básico de todos.

Estou me arriscando, com este post, a ser chamada de fútil e talvez com alguma razão, especialmente considerando o sofrimento por que está passando o povo haitiano. Mas não deixei de sentir uma ponta de tristeza ao ler essa informação, jogada no meio de uma reportagem do Financial Times sobre o crescimento do mercado de beleza no Brasil.

Era apenas uma linha dentro do texto, uma estimativa – não sei até que ponto acurada – divulgada por Alessandro Carlucci, presidente da Natura, mas me fez parar e pensar quantas mulheres brasileiras nunca tiveram a oportunidade de comprar algo supérfluo para si mesmas, de cuidar de si mesmas, de pensar em si mesmas. Aquelas que, depois de tanto trabalho duro, conseguem, na melhor das hipóteses, alimentar os filhos e lhes dar abrigo. Aquelas que sempre abrem mão do que quer que seja para dar mais conforto ou felicidade à família. Que sempre estão tão preocupadas com os outros que nem têm tempo para dar atenção às próprias necessidades, desejos e sonhos.

Não estou dizendo que um simples batom possa resolver os problemas dessas mulheres, mas fico pensando o quanto ter um batom pode significar, no fundo, ter uma vida melhor, com um pouco mais do que o necessário para sobreviver. Se tivessem um dinheiro sobrando, talvez muitas mulheres não comprassem um batom, mas um livro ou uma almofada nova, isso não importa. Eu gostaria apenas que elas pudessem se dar um merecido presente.

Fonte: Mulher 7×7

21 de janeiro de 2010

Palavras nas mãos...


Tenho muitas palavras boas na minha mente, outras no coração e muitas nas mãos.
Gostaria de expressá-las com todo sentimento, mas muitas coisas me impedem.
Mas o pensamento flui, como há tempos não fluía.
A vida vai desenhando rumos diferentes, coisas imutáveis tornam-se dispensáveis, num estalar de dedos.
Muitas vezes parece estar adormecida, me sinto numa fase assim, talvez muitos achem que estou alheia a tudo, mas não.
O certo, no fim do caminho, é a intensidade do meu viver, e o modo como estou sentindo cada momento.

Por fim, coloque todas as palavras mais belas que você imaginar na palma de suas mãos e as ofereça, a todo momento.

19 de janeiro de 2010

Para temperar a vida...

Conhecer o leque de temperos naturais é uma garantia de renovação do sabor dos pratos. Dependendo de suas cores, aromas e grupos, os alimentos pedem diferentes tipos de temperos. Confira as orientações da publicação do Sesc/RS Receitas do Mesa Brasil.

Alecrim: tem qualidades aromáticas e medicinais. Por ter sabor forte, marcante e levemente amargo, é indicado como tempero de uma infinidade de pratos culinários.

Aipo marrom: também chamado de sal de aipo, aromatiza o sal. Usado em pratos com ovos, aves, sucos de tomate, saladas de batata, atum e cozidos.

Alho-poró: hortaliça com sabor muito semelhante ao da cebola. Utiliza-se tanto o bulbo (parte mais branca) quanto as folhas. É empregado em sopas, saladas e ensopados.

Cheiro verde: mistura da salsa com a cebolinha. Com uma pitada de louro, é utilizada para realçar o sabor de patês, molhos e cozidos.

Chili: planta da família do pimentão. Seu sabor é picante e o fruto costuma ser usado inteiro, moído ou seco. Tradicional da culinária mexicana, é muito usado em carnes.

Curry: de sabor exótico, é um dos temperos mais antigos do mundo. Mistura de várias ervas e especiarias, entre elas, curcuma, gengibre, coentro, cominho, canela, é usada em receitas com ovos, sopas, peixes, carnes e aves.

Manjerona: além de muito aromática, tem inúmeras propriedades medicinais. Pode substituir o orégano por ter aroma semelhante, embora mais requintado. É utilizado em carnes como as de porco e carneiro, queijos, ovos, aves, peixes ensopados e pizzas.

Noz-moscada: originária da Indonésia, sue sabor lembra uma mistura de canela com pimenta-do-reino. Utilizada tanto para salgados quanto para doces, pode ser encontrada em pó ou inteira para ser ralada. Deixa um sabor diferente em recheios de massas, em carnes e até em coquetéis.
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Orégano: originário da Grécia, tem aroma forte e penetrante. Condimento indispensável em pizzas, molhos e outros pratos. Pode ser consumido fresco ou seco.

Pimenta branca: extraída da pimenta-do-reino. Tem sabor mais suave que a preta e é utilizada em pratos mais claros como molho branco, carnes brancas, peixes, sopas claras e maionese.

Sálvia: originária do sul da Europa. É uma erva usada na culinária como condimento para galeto, carne de carneiro, porco, queijos, tomates, recheios e pratos da cozinha italiana.

Vinagrete: mistura de vinagre, água, óleo, cebola, tomate e pimentão. Usado para temperar carnes, aves, peixes e vegetais ou como acompanhamento.
Qual o seu preferido, e em que prato?
fonte: blog Água na Boca.

13 de janeiro de 2010

Aos poucos...

Preciso, mesmo, urgentemente pescar novos sonhos!

Ando precisando ver beleza nas coisas mais simples. Fui assim um dia, mas a vida tem vindo tão cheia de desafios e momentos não tão bons que a gente vai endurecendo.

Lembro, de momentos que eu acreditava serem únicos, que pareciam um paraíso, hoje já não me emocionam mais.

Mas tenho bons pressentimentos para este ano, embora os anos parecem começar repetidos!

Este ano quero retomar algumas coisas, nada tão mirabolante, mas importantes pra mim.

O ano de 2009 foi bem conturbado, pessoalmente, muitas envolvendo família, trabalho, mudança de moradia, cidade, estado, etc... Mas foi O ano para descobrir como são as pessoas que convivo... [Este último bom capítulo para outras postagens!]

Abraços.

10 de janeiro de 2010

Assisti e gostei!


Ontem fui assitir o filme AVATAR.
Confesso que resisti um tanto pois estava com certo pré-conceito em função de ser o mesmo direto do Titanic!

Para quem não assistiu, vale a pena! É um épico de ação e aventura que se passa na lua distante chamada Pandora. Tem mocinho, bandido, par romântico, muito colorido, sons e demais efeitos emocionantes!

Para quem já assistiu, imagino que tenham pensado muito sobre as novas formas de pensar a ecologia, as relações, as ambições e a herança que poderemos deixar para nosso futuro.

Os personagens e a história são arrebatadores, despertam uma confusão mental, os olhos doem com tanta novidade!
Frase do meu irmão, que foi comigo assistir: "Mana, agora os índios são azuis!"

Avatar faz pensar no que realmente somos e acreditamos, mesmo que seja clichê, mas é! Faz pensar sim, e não somente nisso, mas por que sempre temos que destruir muito para alcançar nossos objetivos? Por que, muitas vezes, não colaboramos com nada e nos achamos no direito de ter determinada coisa ou viver alguma situação?

Para finalizar, Avatar me mostrou que a maior riqueza, reforçou e vislumbra um futuro nessa afirmação, de como nossas riquezas estão no conhecimento e não mais em pedras preciosas ou ouro embaixo da Terra!

Bom domingo, depois de um "tempo", bom estar aqui de volta!