19 de maio de 2009

Coisas para eternidade - 2ª parte

Quando não conseguimos esquecer alguém ou algo que nos feriu, ficamos reavivando e fazendo sangrar uma ferida.

Tudo torna-se mais difícil, esquecemos que as pessoas, algumas, não nos ferem voluntariamente.

Nos sentimos feridos, em muitos casos, e a pessoa nem percebe que nos fez mal.

Aliás, muitas vezes nos decepcionamos com algumas pessoas, achamos que muitas coisas não correspondem as nossas expectativas! Mas não nos perguntamos se a pessoa estava ciente que expectativas eram essas e se nós decepcionamos as expectativas de alguém!

Claro, sempre é mais fácil achar que as coisas nos atingem, talvez, na maioria das experiências nem acreditamos quando alguém diz que nos magoou sem intenção.

Relações são sempre difíceis, muitas parecem que nunca vão dar certo, mas precisamos perceber quando vale a pena doar-se por inteiro...

Sabe, quando a gente se for, as únicas coisas que vão ficar são as lembanças do que fizemos aqui!

9 comentários:

  1. Esse texto descreveu algo que estou vivendo. e me fez pensar.! Muito bom! Obrigada :)
    bjoss

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. E nós percebemos quando fazemos mal a alguém?
    abraço

    ResponderExcluir
  4. seja como for a situação é apenas a situação agora cicatrizes, tristezas e felicidades só se formam depois que atribuimos um valor emocional ao tal acontecimento

    ResponderExcluir
  5. "A filosofia de treinamento do tudo ou nada transformou-se em algo que poderia ser aplicado à vida em geral. Isso significa, simplesmente, que se existe algo que valha a pena fazer, então você deve dar tudo que você tem nisso, ou nem tentar."

    OBRIGADA POR VISITAR MEU BLOG...
    ando bem sem tempo por isso to passando correndo por aqui^^

    mil beeeeeijos

    ResponderExcluir
  6. Lindo post. Acho que é por ai mesmo, ou É aí... em algum momento é preciso parar de ter medo de se magoar de novo e aproveitar as chances que a vida nos dar, se não, vamos viver e ser prisioneiros de nós mesmo.

    É como andar de bicicleta, eu acho, por mais feia que seja a queda, vale a pena continuar novamente, continuar a tentar...

    ResponderExcluir
  7. Minha mãe sempre diz: "o difícil dos relacionamentos é que você sempre vai encontrar alguém que não foi criado pela mesma mãe que você". Ou seja, alguém que não tem os mesmos valores, educação e criação. É foda! Só não podemos desistir porque por mais diferenças que existem, algumas delas podem nos ser bem úteis.

    Vi seu comentário no blog da Fe, por isso que vim fuçar aqui :)

    Beijo.

    ResponderExcluir
  8. Uippp...!!!
    Amei teu comentário!
    Minha mãe conheceu meu pai aos 12 anos de idade,casaram e são felizes até hoje.E olha que são conservados também.Mal de família!(Risos)
    Quando a outra metade cabe no exato espaço...dale BOTOX!
    Não foi o meu caso!
    Desejo a vocês muitos Botox!
    Bjsss...milll...linda,amiga!

    ResponderExcluir

Olá! Se está aqui, leu e quer dizer algo...

19 de maio de 2009

Coisas para eternidade - 2ª parte

Quando não conseguimos esquecer alguém ou algo que nos feriu, ficamos reavivando e fazendo sangrar uma ferida.

Tudo torna-se mais difícil, esquecemos que as pessoas, algumas, não nos ferem voluntariamente.

Nos sentimos feridos, em muitos casos, e a pessoa nem percebe que nos fez mal.

Aliás, muitas vezes nos decepcionamos com algumas pessoas, achamos que muitas coisas não correspondem as nossas expectativas! Mas não nos perguntamos se a pessoa estava ciente que expectativas eram essas e se nós decepcionamos as expectativas de alguém!

Claro, sempre é mais fácil achar que as coisas nos atingem, talvez, na maioria das experiências nem acreditamos quando alguém diz que nos magoou sem intenção.

Relações são sempre difíceis, muitas parecem que nunca vão dar certo, mas precisamos perceber quando vale a pena doar-se por inteiro...

Sabe, quando a gente se for, as únicas coisas que vão ficar são as lembanças do que fizemos aqui!

9 comentários:

  1. Esse texto descreveu algo que estou vivendo. e me fez pensar.! Muito bom! Obrigada :)
    bjoss

    ResponderExcluir
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  3. E nós percebemos quando fazemos mal a alguém?
    abraço

    ResponderExcluir
  4. seja como for a situação é apenas a situação agora cicatrizes, tristezas e felicidades só se formam depois que atribuimos um valor emocional ao tal acontecimento

    ResponderExcluir
  5. "A filosofia de treinamento do tudo ou nada transformou-se em algo que poderia ser aplicado à vida em geral. Isso significa, simplesmente, que se existe algo que valha a pena fazer, então você deve dar tudo que você tem nisso, ou nem tentar."

    OBRIGADA POR VISITAR MEU BLOG...
    ando bem sem tempo por isso to passando correndo por aqui^^

    mil beeeeeijos

    ResponderExcluir
  6. Lindo post. Acho que é por ai mesmo, ou É aí... em algum momento é preciso parar de ter medo de se magoar de novo e aproveitar as chances que a vida nos dar, se não, vamos viver e ser prisioneiros de nós mesmo.

    É como andar de bicicleta, eu acho, por mais feia que seja a queda, vale a pena continuar novamente, continuar a tentar...

    ResponderExcluir
  7. Minha mãe sempre diz: "o difícil dos relacionamentos é que você sempre vai encontrar alguém que não foi criado pela mesma mãe que você". Ou seja, alguém que não tem os mesmos valores, educação e criação. É foda! Só não podemos desistir porque por mais diferenças que existem, algumas delas podem nos ser bem úteis.

    Vi seu comentário no blog da Fe, por isso que vim fuçar aqui :)

    Beijo.

    ResponderExcluir
  8. Uippp...!!!
    Amei teu comentário!
    Minha mãe conheceu meu pai aos 12 anos de idade,casaram e são felizes até hoje.E olha que são conservados também.Mal de família!(Risos)
    Quando a outra metade cabe no exato espaço...dale BOTOX!
    Não foi o meu caso!
    Desejo a vocês muitos Botox!
    Bjsss...milll...linda,amiga!

    ResponderExcluir

Olá! Se está aqui, leu e quer dizer algo...