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4 de setembro de 2009

Verdade


Somos para Deus como crianças que ainda não se deram conta da grandiosidade do mundo e das verdades da vida.

Ainda quero aprender a dizer as verdades com calma, mansidão e sem sofrer.

Tenho muito forte em mim a preocupação de que os outros tem que estar bem, eu não importa, mas aprendi assim, os outros primeiro do que eu...
Às vezes isso interfere quando preciso dizer a verdade, pois geralmente elas machucam.

Mas sei que vou superar isso.
A paz que eu procuro está na verdade.

1 de setembro de 2009

Desejos

A vida na procura do amor,
Ouço tua voz, como encanto...
Estremeço como árvore entre as árvores!
Indo e vindo com meu coração.

Difícil descoberta, eu te amar assim,
Presa aos meus sonhos, livre nós dois...
Tu és a onda, daquele mar, o mesmo.
Dono do meu medo, paixão de minha esperança.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Quanto menos te encontro, mais te acho!
Em nome da medida, do desejo.
Na procura do diferente amar,
Vou esperando o mágico dia...

E me chama tua saudade,
Teu corpo, teu sorriso...
Cruzo todas as sombras, liberdades!

Minha vida entre estradas...
Desejo, fruto do que se quer.
Vida e esperança, espera.
E agora parece se ouvir,
Como se aproxima o dia do reencontro!

[Escrevi em 04/03/1998]

4 de setembro de 2009

Verdade


Somos para Deus como crianças que ainda não se deram conta da grandiosidade do mundo e das verdades da vida.

Ainda quero aprender a dizer as verdades com calma, mansidão e sem sofrer.

Tenho muito forte em mim a preocupação de que os outros tem que estar bem, eu não importa, mas aprendi assim, os outros primeiro do que eu...
Às vezes isso interfere quando preciso dizer a verdade, pois geralmente elas machucam.

Mas sei que vou superar isso.
A paz que eu procuro está na verdade.

1 de setembro de 2009

Desejos

A vida na procura do amor,
Ouço tua voz, como encanto...
Estremeço como árvore entre as árvores!
Indo e vindo com meu coração.

Difícil descoberta, eu te amar assim,
Presa aos meus sonhos, livre nós dois...
Tu és a onda, daquele mar, o mesmo.
Dono do meu medo, paixão de minha esperança.
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
Quanto menos te encontro, mais te acho!
Em nome da medida, do desejo.
Na procura do diferente amar,
Vou esperando o mágico dia...

E me chama tua saudade,
Teu corpo, teu sorriso...
Cruzo todas as sombras, liberdades!

Minha vida entre estradas...
Desejo, fruto do que se quer.
Vida e esperança, espera.
E agora parece se ouvir,
Como se aproxima o dia do reencontro!

[Escrevi em 04/03/1998]